Vasco registra o ataque menos eficiente da Série A
Escalação do Vasco - Rio, Brasil - 16 de outubro de 2021: Fãs em jogo entre Vasco 2 vs 1 Coritiba por 30a rodada do Campeonato Brasileiro (série B) no Estádio Sao Januario
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O Vasco assegurou sua presença nas semifinais do Campeonato Carioca no último sábado (14), ao superar o Volta Redonda nos pênaltis após empate por 1 a 1 no tempo regulamentar. Sob o comando de Fernando Diniz, o time precisou buscar a igualdade depois de sair atrás no placar. Foto: Jorge Rodrigues/AGIF
Apesar do avanço na competição, o rendimento do ataque vascaíno permanece como motivo de preocupação neste início de temporada. O clube registra o pior desempenho ofensivo entre os times da Série A, somando apenas 12 gols em 10 jogos disputados até o momento.
A situação se agravou após as saídas de Rayan e Vegetti, que vinham sendo as principais referências no setor ofensivo. Desde então, a equipe encontra dificuldades para converter chances criadas em gols, demonstrando pouca efetividade nas finalizações.
Os números escancaram a falta de precisão: o Vasco é o time da elite nacional que mais necessita finalizar para balançar as redes, com média superior a 14 finalizações por gol marcado. Em partidas recentes, como contra Volta Redonda, Bahia, Chapecoense e Madureira, o time carioca deixou de vencer em boa parte devido ao alto número de oportunidades desperdiçadas, mesmo tendo domínio territorial em campo.
Fernando Diniz, técnico da equipe, defendeu o trabalho realizado e ressaltou o volume ofensivo apresentado. “Se analisarmos os dados, é possível ver o quanto o time cria. Hoje, por exemplo, foram 31 finalizações contra seis do adversário. O resultado é o que conta, mas sigo acreditando no nosso trabalho”, declarou.
Com a classificação garantida, Diniz terá agora uma semana livre para ajustar detalhes antes do confronto decisivo contra o Fluminense, na semifinal do Carioca. Internamente, o período de treinamentos é encarado como fundamental para corrigir falhas no ataque e recuperar a confiança dos jogadores. Caso o desempenho ofensivo siga abaixo do esperado, a pressão da torcida sobre o treinador pode aumentar, utilizando justamente o tempo livre de preparação como argumento para cobrar melhores resultados.



