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Flamengo precisa de vitória mínima no Maracanã para forçar prorrogação na decisão da Recopa

Após ser superado no jogo de ida, o Flamengo chega ao confronto decisivo da Recopa Sul-Americana já ciente do desafio no Maracanã diante do Lanús. O gol marcado por Rodrigo Castillo na Argentina garante ao time argentino a vantagem do empate no duelo de volta, marcado para a próxima quinta-feira (26).

De acordo com as regras da Conmebol, uma vitória rubro-negra por apenas um gol de diferença durante os 90 minutos não será suficiente para definir o campeão. Nesse cenário, a disputa segue para a prorrogação, com dois tempos de 15 minutos. Caso a igualdade persista, o título será decidido nos pênaltis. Para levantar o troféu ainda no tempo regulamentar, o Flamengo precisa vencer por ao menos dois gols de vantagem.

Esse modelo de decisão não é novidade para o clube carioca. Em 2023, o Flamengo viveu situação semelhante na Recopa contra o Independiente del Valle: após reverter a derrota da ida com vitória simples no Rio, a equipe foi para a prorrogação e acabou perdendo nos pênaltis. Outros brasileiros também já passaram por desfechos dramáticos: o Palmeiras, em 2021, perdeu a taça para o Defensa y Justicia após tempo extra, enquanto o Grêmio disputou a decisão contra o Independiente em 2018 também com prorrogação.

No histórico da competição, o Flamengo conquistou a Recopa apenas uma vez, em 2020, frente ao próprio Independiente del Valle. Na ocasião, empatou fora de casa e garantiu o título com uma vitória convincente no Maracanã, sem necessidade de prorrogação.

Agora, para repetir o feito continental, o Flamengo sabe que precisa superar não só o Lanús, mas também o regulamento: um triunfo simples leva o confronto para a prorrogação, enquanto uma vitória por dois gols de diferença garante a celebração com o apito final.

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