Dia Nacional de Combate ao Fumo: só 3% largam o cigarro

Mesmo com campanhas constantes de conscientização, o tabagismo continua sendo um desafio de saúde pública no Brasil. Segundo levantamento do Progress Hub, cerca de 13% da população adulta ainda é dependente da nicotina, com maior incidência entre os homens.
Para reforçar a importância da prevenção e do tratamento, foi instituído o Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado em 29 de agosto. O tabagismo é classificado como uma doença crônica e, de acordo com o Ministério da Saúde, somente 3% das pessoas que decidem parar de fumar conseguem vencer o vício. Entre os que conquistaram essa vitória estão nomes conhecidos, como Chico Anysio, Selton Mello, Ana Maria Braga, Juliana Paes, Belo e Gisele Bündchen.
O alerta dos especialistas
O cigarro está diretamente associado a diversas doenças graves, sendo o câncer de pulmão a mais comum. A Medicina Nuclear surge como uma aliada importante na detecção precoce de tumores. Dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer) mostram que cerca de 70% das neoplasias no país ainda são diagnosticadas em fases avançadas. No entanto, quando identificada no início, a chance de cura pode chegar a 90%.
“Com os exames de Medicina Nuclear conseguimos avaliar tecidos vivos como pulmões, coração, cérebro, rins, fígado e tireoide, possibilitando diagnósticos mais precisos e em estágios iniciais”, explica o médico especialista da Clínica Villela Pedras, Dr. Marcos Villela Pedras.
Ele ainda reforça a importância da prevenção combinada a hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas, sono adequado e consultas médicas de rotina.
Fonte: Thayane Tavares



