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“Womanhood” explora a identidade feminina em performance inovadora

Espetáculo acontece no Centro Cultural Espaço Tápias no dia 3 de agosto com entrada gratuita

Clara da Costa (Brasil) e Yana Reutova (Ucrânia/República Tcheca) em ‘Womanhood’ ( foto de Vojtech Brtnicky)

O projeto “Womanhood” é uma colaboração única entre as coreógrafas Yana Reutova (Ucrânia/República Tcheca) e Clara da Costa (Brasil), inspirado no livro “Feminist City”, de Leslie Kern.
A performance estreou em 14 de junho de 2024, no Tanec Praha Festival, na República Tcheca e oferece uma experiência cativante, destacando a complexidade da identidade feminina que vai além dos rótulos sociais tradicionais. E no dia 3 de agosto, o espetáculo será mostrado em primeira mão, gratuitamente, ao público do Rio de Janeiro com apresentação especial na Sala Maria Thereza Tápias, na Barra da Tijuca, às 11h30.

A ucraniana Yana Reutova e a brasileira Clara da Costa têm carreiras distintas e premiadas internacionalmente no meio da dança. Assinam o conceito e a coreografia de “Womanhood”, além de estarem no palco em ação que versa sobre uma celebração da autonomia e das diversas facetas da mulher, abordando temas como ambições, paixões e experiências pessoais.

Para Clara, ‘Womanhood’ é uma celebração da complexidade e beleza da experiência de ser mulher em uma sociedade majoritariamente patriarcal e abrange uma ampla gama de experiências, identidades e expressões. “Criar esta peça com culturas diferentes é uma experiência enriquecedora, pois além das nossas experiências distintas, onde encontramos pontos em comum, a cada cidade e país o entendimento de ‘Womanhood’ partilha de expectativas culturais diferentes. No entanto, o ‘ser mulher’ é o mesmo em qualquer lugar. O intercambio é de extrema importância, porque abraça e celebra a diversidade de culturas ressoando no público e mostrando beleza do multiculturalismo através da linguagem universal da dança”, diz a coreógrafa brasileira.

Yana Reutova, ucrâniana radicada atualmente na República Tcheca, observa o mesmo caminho sobre a performance. “‘Womanhood’ é percebida de maneira diferente em cada país. Cada uma de nós vive uma história diferente em um país completamente distinto, mas temos muito em comum. Compartilhamos nossos sentimentos, emoções, frustrações e autodepreciação de forma muito aberta e com um lema claro: não nos levarmos muito a sério”, finaliza. Yana Reutova (Ucrânia/República Tcheca) e Clara da Costa (Brasil) em ‘Womanhood’ (foto de Vojtech Brtnicky)

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