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Roger Flores aponta falhas no gramado da final entre Flamengo e Corinthians

Na véspera da final da Supercopa Rei, que colocará frente a frente Flamengo e Corinthians neste domingo, em Brasília, o comentarista Roger Flores fez duras críticas ao gramado do Estádio Mané Garrincha, palco do confronto. Durante o programa “Seleção SporTV”, Roger expressou indignação com as condições do campo, destacando o contraste em relação aos gramados que receberam os jogos da primeira rodada do Campeonato Brasileiro, elogiados pela qualidade.

Segundo o ex-jogador, a escolha do Mané Garrincha para uma partida de tamanha relevância não condiz com o nível técnico das equipes envolvidas, tampouco com o prestígio do evento. “Tivemos gramados excelentes na abertura do Brasileirão, mas a decisão da Supercopa será disputada em um campo que não oferece condições ideais”, criticou Roger, classificando o estado do gramado em Brasília como “vergonhoso”, principalmente diante do investimento e da importância do duelo.

A repercussão das declarações foi imediata. Torcedores e especialistas passaram a questionar a organização da Supercopa, que neste ano reúne os campeões do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil. A preocupação principal é que as condições do campo possam prejudicar o desempenho técnico das equipes, comprometer a qualidade do espetáculo e até aumentar o risco de lesões dos atletas.

O Mané Garrincha já foi alvo de críticas em outras ocasiões, mas a insatisfação se intensifica agora pelo simbolismo da decisão, que abre oficialmente o calendário nacional de títulos em 2024. Para muitos, um evento dessa magnitude deveria ocorrer em um palco à altura das expectativas do público e dos clubes envolvidos.

Apesar da polêmica, Flamengo e Corinthians mantêm o foco na preparação para a partida. Até o momento, as diretorias não se pronunciaram oficialmente sobre o gramado. A expectativa, no entanto, é de que o jogo aconteça sem maiores problemas que possam comprometer o espetáculo que a torcida aguarda.

Outro ponto que eleva a pressão sobre a organização da Supercopa é o aumento da premiação. A Confederação Brasileira de Futebol confirmou que os dois finalistas receberão R$ 6,35 milhões cada, valor superior ao pago na última edição. O campeão ainda embolsará um adicional de US$ 1 milhão, oferecido pela Conmebol, tornando a disputa ainda mais valiosa do ponto de vista esportivo e financeiro.

Diante de cifras milionárias, grande visibilidade e um duelo entre elencos estrelados, cresce também a cobrança por estrutura e excelência na realização do evento. Em campo neutro e com presença das duas torcidas, Flamengo e Corinthians farão o primeiro grande clássico do futebol brasileiro em 2024, enquanto o debate sobre as condições do gramado segue como tema dominante fora das quatro linhas.

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