Esportes

Fernando Diniz critica pênalti marcado para o Flamengo

Treinador reclamou da penalidade marcada para o Rubro-Negro

Polêmica no Maracanã

O Flamengo venceu o Fluminense por 1 a 0, na tarde deste domingo (23), no Maracanã, com gol marcado por Pedro, de pênalti. A penalidade máxima causou polêmica na partida, principalmente pelo lado do Tricolor.

Foto: Wagner Meier/Getty Images – Fernando Diniz não concordou em pênalti para o Flamengo
© Getty ImagesFoto: Wagner Meier/Getty Images – Fernando Diniz não concordou em pênalti para o Flamengo

Aos 40 minutos do segundo tempo, Bruno Henrique disputou bola com Calegari e caiu na área ao ser tocado pelo adversário. Pênalti que Pedro bateu no meio do gol para abrir o placar.

Logo depois, o técnico Fernando Diniz foi expulso por reclamação e continuou as críticas na entrevista coletiva após o duelo. De acordo com o treinador, não existiu o pênalti.

Mandou a real

“Acabei de ver o lance e, de fato, não foi pênalti. Não tem como dar esse pênalti, impossível o VAR não chamar. Foi determinante para o resultado do jogo. A arbitragem decidiu o jogo”, desabafou.

Além disso, o treinador do rival afirmou que o Fluminense começou melhor a partida, mas acabou perdendo a confiança no decorrer do jogo e fez o time rubro-negro crescer em campo.

Foi pênalti?

Foi pênalti?

0 PESSOAS JÁ VOTARAM

“Nos primeiros 20 minutos, a equipe se comportou bem. Tivemos mais posse. Nós perdemos um pouco de confiança. Os jogadores tentaram, se entregaram, mas o jogo pendeu mais para o Flamengo”, avaliou o treinador.

Martinelli também reclamou

Outro personagem da partida que criticou a marcação do pênalti foi o meio-campista Martinelli. Entrevistado logo após o final do jogo, o atleta do Fluminense discordou da decisão do árbitro.

“Foi um pênalti muito duvidoso, primeiro foi falta no nosso jogador e ele não deu. É falar menos e trabalhar mais”, desabafou o meia. Enquanto isso, o Flamengo segue líder do Brasileirão e volta a campo contra o Juventude.  


BolaVip

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo