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Dia da Consciência Negra é comemorado em unidades de escola carioca

Rede Daltro Educacional promove atividades ao longo da semana com alunos para debater racismo e inclusão

Na semana em que se comemora o Dia da Consciência Negra, celebrado 20 de novembro, a Rede Daltro Educacional promove diversas atividades em todas as unidades para promover a conscientização de um assunto tão importante. As escolas do Méier, Taquara e Recreio oferecem ações com o objetivo de debater a inclusão, além de construir a identidade e a cidadania nas crianças e jovens.

No Recreio, nos dias 22 e 23 de novembro, os alunos se encontrarão na Alameda, em frente à escola, para uma roda de leitura e discussão sobre racismo, além de trabalhar a questão da genealogia. As atividades atenderão os alunos do Ensino Fundamental 2 ao Médio, com exibição dos filmes “O Xadrez das Cores” e “Vista a minha pele”, seguido de roda de discussão. Também serão trabalhados textos de Rubens Alves, como “Aprender a conviver – Destacando e promovendo a cultura africana” e “Direitos Humanos e Diversidade – Destacar a desigualdade e Diferenças.”

Já entre os dias 22 e 24 de novembro, os alunos da Educação Infantil de todas as unidades da rede vão se apresentar em formato de coral com uma música feita pelo professor de música, que aborda justamente a questão da diversidade, com trechos que falam da cor da pele, do cabelo, da identidade e do respeito à diferenças. Além disso, haverá exposição de todas as atividades realizadas ao longo do ano com foco no tema.

Nas unidades Taquara e Méier, haverá ainda uma mostra de trabalhos em torno da Consciência Negra, todos confeccionados pelos alunos do Ensino Fundamental 1, 2 e Médio. Também foram convocados palestrantes para falar sobre racismo e diversidade.

Para Teresa Daltro, CEO da Rede Daltro Educacional, a escola tem um papel crucial em debater temas sensíveis e que fazem parte das discussões do mundo atual. “Nossa escola é, antes de ser um espaço de ensino, um local para formar pessoas que façam a diferença. Para isso, debater temas como racismo e inclusão desenvolvem a empatia, permitindo um maior entendimento da história de cada um e da importância de aceitar que as diferenças fazem parte da sociedade”, avalia.

Saiba mais: https://rededaltro.com.br/

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